Quinta-feira, 1 de Setembro de 2011

Ai lurdes, lurdes… que vou morrer!

aqui tinha publicado este poema do António Lobo Antunes, que pessoalmente muito gosto. Encontrei-o agora declamado, ou melhor, cantado pelo Vitorino.

A fragilidade de um homem… Porque todos os homens são maricas quando estão com gripe!

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